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'De barreira': Vitória apresenta reforços para todas as posições

Escrito por: Pesquisa Web - Esporte - 03 de Fevereiro de 2018

Walisson, Botelho, Belusso e Baumjohann respondem às dúvidas da torcida.

 

De banco vazio, Vagner Mancini não pode mais reclamar. De falta de opções para mexer no time durante uma partida, muito menos. Na sexta-feira (2), o Vitória anunciou quatro reforços. E eles chegaram de barreira: jogadores para todas as posições do campo. Para a defesa, chegaram o zagueiro Walisson Maia, 26 anos, ex-Coritiba, e o lateral-esquerdo Pedro Botelho, baiano, 28 anos, que estava no CRB.

No meio-campo, o reforço é internacional: Alexander Baumjohann, alemão, 31 anos, que chega do Coritiba. E para o ataque, Jonatas Belusso, 29, que estava no Al-Shabab, da Arábia Saudita. Como visto, em termos de quantidade os reforços podem ajudar muito. Mas a verdade é que a qualidade técnica e o histórico recente deles ainda não conseguem convencer tanto assim o torcedor.

Reforços
Dos quatro, apenas Jonatas Belusso vem com contrato mais longo, até final de 2019. O atacante chega respaldado pelos 11 gols marcados em 17 jogos pelo Londrina na Série B do ano passado.

Na Arábia, para onde foi em agosto, foram apenas seis jogos, três como titular, e um gol. No final, abriu mão do contrato. “Não vou falar que errei de ter ido para lá, mas não tive uma adaptação boa e não consegui me firmar na equipe. Entre ficar lá sem jogar e aqui ter a oportunidade de jogar na Série A, preferi voltar”, disse Belusso.

Outro ponto é a carreira do atacante. Aos 29 anos, Belusso jogou apenas uma temporada na Série A, pelo Náutico, em 2013. Foram seis jogos e nenhum gol. “É uma realização muito grande. No ano passado, eu dormia e acordava com o objetivo de voltar a um clube da Série A na cabeça. Agora o objetivo é jogar bem e ajudar o time”, disse. Já Walisson Maia vem por  empréstimo até o final deste ano. Ele começou 2017 como titular, mas terminou o ano na reserva do Coxa. Na Série A, fez apenas 11 partidas.

“No primeiro semestre, fui campeão estadual. Depois, sofri algumas lesões musculares e joguei pouco no Brasileiro. Mas neste ano já joguei na quinta-feira passada e no domingo. Estou pronto para jogar”, disse Walisson.

Apostas
Até pelo tempo de contrato, dá para perceber que os demais reforços são, claramente, apostas da diretoria. Pedro Botelho e Alexander Baumjohann assinaram contrato só até julho, com possibilidade de renovação.

Quem mais desperta a curiosidade da torcida é o meia alemão. Casado com brasileira, ele fala português fluentemente e deixou o país natal em julho do ano passado para criar os filhos no Brasil. Acertou com o Coritiba por intermédio do amigo Lincoln, seu ex-companheiro de Schalke 04 e agora empresário.

“Sempre gostei do futebol brasileiro e joguei com vários brasileiros. Em 2004, vim pela primeira vez ao Brasil com o Lincoln e fiquei em Belo Horizonte. Conheci minha esposa e aos poucos fui aprendendo. Nunca fiz um curso nem nada, foi tudo na prática mesmo”, explicou o meia.

Ex-jogador de Schalke 04, Bayern de Munique, Kaiserslautern e Hertha Berlin, Alexander disse ter conversado muito com um amigo especial antes de vir para Salvador: “O Dante (zagueiro) é um dos meus melhores amigos, padrinho de meu casamento. Conversei muito com ele. O clima é muito diferente de Curitiba realmente”. Por fim, o baiano Pedro Botelho, que nunca jogou profissionalmente por aqui. Formado na base do Figueirense, acabou vendido ao Arsenal com apenas 17 anos.

O status de promessa, porém, nunca vingou, e ele acabou retornando para o Brasil sete anos depois, quando, em 2013, jogou com Mancini no Atlético-PR. “Sou da Ribeira, da Cidade Baixa. Jogar na Europa foi uma experiência maravilhosa, é o que todo jogador quer, e me fez crescer como pessoa. Poderia ter feito muito mais na minha carreira se não fossem os problemas extracampo”, disse.

O comportamento fora de campo, aliás, é a grande dúvida da torcida em relação ao lateral, conhecido como “garoto problema” na Europa. “O que tenho a dizer aos torcedores é que a partir de agora, eles podem me cobrar, tanto dentro como fora de campo. Aqui tem um homem e não mais um menino. Tenho 28 anos, uma filha e meus erros ficaram no passado. Agora é só pensar no meu futuro”. Fonte: Correio*

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