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"Guerra veio para aumentar a fome e a desigualdade", diz Lula sobre conflito na Ucrânia
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Presidente discursou na Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos.
Por: Pesquisa Web
Presidente Lula discursa em evento no Palácio do Planalto, em Brasília 09/05/2023 REUTERS/Adriano Machado. (Foto: Reuters)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta segunda-feira, 17, os gastos relacionados à guerra entre Rússia e Ucrânia, argumentando que tais recursos poderiam ser melhor empregados no combate à fome. Além disso, o mandatário brasileiro destacou que as sanções impostas pelos países europeus em decorrência do conflito afetam negativamente as populações mais vulneráveis. A informação é do Terra*
As declarações foram dadas durante discurso na Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia, em Bruxelas, na Bélgica.
"Em linha com a Carta das Nações Unidas, repudiamos veementemente o uso da força como meio de resolver disputas. O Brasil apoia as iniciativas promovidas por diferentes países e regiões em favor da cessação imediata de hostilidades e de uma paz negociada. Recorrer a sanções e bloqueios sem o amparo do direito internacional serve apenas para penalizar as populações mais vulneráveis", afirmou.
"A guerra no coração da Europa veio para aumentar a fome e a desigualdade, ao mesmo [tempo em] que elevou os gastos militares globais. Apenas em 2022, em vez de matar a fome de milhões de seres humanos, o mundo gastou 2,24 trilhões de dólares para alimentar a máquina de guerra, que só causa mortes, destruição e ainda mais fome", completou.
Em outro trecho, Lula reiterou seu compromisso com a proteção da Amazônia e afirmou que o Brasil se empenhará em acabar com o desmatamento ilegal no bioma até 2030.
No entanto, o ex-presidente ressaltou que a floresta não deve ser "apenas vista como um santuário ecológico", destacando a importância de conciliar a preservação ambiental com o desenvolvimento sustentável da região.
"O desenvolvimento sustentável possui três dimensões inseparáveis: a econômica, a social e a ambiental. O mundo precisa se preocupar com o direito de viver bem dos habitantes da Amazônia", afirmou.
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