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PM é preso por suspeita de sequestro e extorsão de comerciante em Camaçari

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PM é preso por suspeita de sequestro e extorsão de comerciante em Camaçari

Policial Militar é preso acusado de sequestrar e extorquir comerciante em Camaçari; investigação aponta possível envolvimento de outros agentes

Por Camaçari Notícias

Um policial militar foi preso sob a acusação de envolvimento direto em um sequestro seguido de extorsão contra um comerciante no município de Camaçari. O caso, que está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Militar da Bahia em conjunto com a Polícia Civil, chocou a população local e levantou discussões sobre a conduta de agentes públicos no exercício da função.

De acordo com as autoridades, o crime ocorreu na última semana, quando o comerciante foi abordado por homens armados e levado contra a própria vontade. A vítima foi mantida em cativeiro e só foi liberada após familiares realizarem o pagamento de um resgate. Após a libertação, o comerciante procurou a polícia e denunciou o crime, levando à abertura imediata do inquérito.

As investigações revelaram indícios contundentes de que um dos autores do crime seria um policial militar da ativa, que utilizou da farda e do conhecimento estratégico para articular o sequestro. A identificação do suspeito foi possível a partir de depoimentos, imagens de câmeras de segurança e interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça.

O PM foi preso preventivamente por agentes da Corregedoria, que também recolheram sua arma e documentos funcionais. A Polícia Militar emitiu nota oficial informando o afastamento imediato do policial de suas funções e reforçou seu compromisso com a transparência e a apuração rigorosa de condutas incompatíveis com a ética da corporação.

Ainda segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), diligências continuam em curso para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer se há uma organização criminosa atuando na região com participação de agentes públicos.

A identidade do policial suspeito não foi divulgada oficialmente, em razão do sigilo das investigações. Já o comerciante, que se recupera do trauma, está sob proteção policial.

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