Bahia abre quase 7 mil novos empregos formais em janeiro
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Economia
O dado foi divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Por Camaçari Notícias
Foto: Freepik
A taxa de desemprego subiu para 6,5% no trimestre encerrado em janeiro, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Esse é o segundo aumento consecutivo, após o menor índice de desocupação registrado na série histórica, de 6,1%, no trimestre entre setembro e novembro. A variação ficou abaixo das expectativas do mercado, que, segundo a mediana das previsões da Reuters, aguardava uma taxa de 6,6% para o período encerrado em janeiro.
William Kratochwill, analista da pesquisa, destacou que, apesar da alta, a taxa de 6,5% ainda é inferior ao índice de 7,6% do mesmo trimestre de 2024, representando uma grande evolução. Porém, o aumento de 0,3 pontos percentuais em relação ao trimestre encerrado em outubro do ano passado foi o maior desde 2017, igualando o índice de 2019.
Queda na informalidade
A taxa de informalidade (proporção de trabalhadores sem registro na carteira) foi de 38,3%, o que corresponde a 39,5 milhões de trabalhadores informais. Esse número foi menor do que o registrado no trimestre anterior (38,9%) e também comparado ao mesmo período de 2024 (39,0%).
Segundo o IBGE, a redução na informalidade é reflexo da diminuição do número de trabalhadores sem carteira assinada (13,9 milhões), acompanhada pela estabilidade no número de trabalhadores por conta própria (25,8 milhões), tanto em relação ao trimestre anterior quanto ao mesmo período de 2024. A quantidade de trabalhadores no setor privado com carteira assinada (39,3 milhões) se manteve estável na comparação trimestral, com um crescimento de 3,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Rendimento estável
O rendimento real habitual de todos os trabalhadores foi de R$ 3.343 no trimestre de novembro de 2024 a janeiro de 2025, representando um aumento de 1,4% em relação ao trimestre anterior e de 3,7% quando comparado ao mesmo período de 2024.
A massa de rendimento real habitual, que é a soma das remunerações de todos os trabalhadores, alcançou R$ 339,5 bilhões, se mantendo estável em relação ao trimestre anterior e registrando um aumento de 6,2% (R$ 19,9 bilhões) no ano.
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