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Em ação contra esquema de lavagem de dinheiro, líder é transferido para presídio de segurança máxima de Serrinha

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Em ação contra esquema de lavagem de dinheiro, líder é transferido para presídio de segurança máxima de Serrinha

Líder de grupo criminoso foi transferido para presídio de segurança máxima.

Por: Camaçari Notícias

Foto: Reprodução/Ascom PCBA

A Polícia Civil, através da Delegacia Territorial de Belmonte, da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin Sudoeste/Sul) e da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Eunápolis), está realizando a Operação Colmeia, deflagrada nesta sexta-feira (4), com o objetivo de combater uma organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

Uma das principais lideranças da quadrilha, que estava presa no Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, foi transferida para uma unidade de segurança máxima em Serrinha. A operação foi realizada em parceria com o Ministério Público do Estado da Bahia, através do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais Sul (Gaeco/Sul) e do Grupo de Atuação Especial de Execução Penal (Gaep).

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em Belmonte, além de seis buscas em celas do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas. A Justiça também determinou o bloqueio de 34 contas bancárias de dez pessoas investigadas. Durante a ação, foram apreendidos entorpecentes e celulares nos presídios, cujos dados armazenados serão analisados para aprofundar as investigações. Quatro pessoas foram conduzidas à delegacia para prestarem esclarecimentos.

A Operação Colmeia contou ainda com o apoio das Coordenadorias Regionais de Itapetinga, Itabuna, Ilhéus e Teixeira de Freitas, além da Polícia Militar, com a colaboração do Comando de Policiamento da Região Extremo Sul, do 8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM), da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE – Mata Atlântica) e da Companhia Independente de Policiamento Tático do Extremo Sul (CIPT-ES), bem como da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), por meio da Superintendência de Gestão Prisional (SGP).

As investigações continuam com o objetivo de desarticular completamente o esquema criminoso.

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