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Segundo Ministério da Saúde, a capital federal tem a maior incidência da doença.
Por: Camaçari Notícias
(Foto: Freepik)
A morte de uma psicóloga de 29 anos destaca a preocupante situação da epidemia de dengue no Distrito Federal (DF), levantando dúvidas acerca da possível subnotificação dos casos. Até o momento, a capital registra mais de 16 mil casos confirmados da doença.
A profissional faleceu no dia 19 de janeiro, em um hospital privado no Cruzeiro Velho, após contrair a forma hemorrágica da doença, conforme indicado pelo atestado de óbito obtido pelo portal Metrópoles.
Até o momento, a Secretaria de Saúde reconhece apenas três mortes relacionadas à dengue, aguardando a conclusão da investigação. A região administrativa com a maior incidência da doença é Ceilândia, com 3.963 casos.
O óbito mais recente, ainda não notificado pela Secretaria de Saúde, refere-se a um paciente que estava internado no Hospital Santa Lúcia, na Asa Sul. O empresário Felipe Francisco de Carvalho Marín faleceu às 20h25 de quinta-feira, 25, em decorrência de dengue hemorrágica.
Diante do quadro grave na cidade, o Governo do Distrito Federal declarou situação de emergência na saúde pública. Essa medida concede autorização ao Executivo local para adquirir insumos, contratar serviços e profissionais temporariamente, permitindo uma resposta mais ágil para conter a propagação dos casos.
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