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Camaçari
O curso foi ministrado pela equipe da Sesau
Por: Agência de Notícias PMC
Foto: Josué Silva
Cerca de 100 servidores, que atuam em diversos equipamentos públicos ligados à Secretaria do Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedes), participaram nesta quarta-feira (31/7) de uma capacitação para atendimento ao público com transtorno do espectro autista (TEA). A iniciativa, promovida pela Prefeitura de Camaçari, acontece em parceria com a Secretaria da Saúde (Sesau).
Denominado "Qualidade do Atendimento ao Público com TEA no Suas", o curso foi ministrado pela equipe da Sesau e contemplou, por exemplo, servidores das unidades dos centros de Referência de Assistência Social (Cras), e Especializado de Assistência Social (Creas), da Casa da Criança e do Adolescente, entre outros.
Na oportunidade, o secretário da Saúde, Luiz Duplat, que participou da atividade, pontuou que esse é um momento importante para os servidores que lidam com este público específico. "Estamos promovendo conhecimento. Lembrando que a maioria desses usuários com TEA frequentam tanto as unidades de saúde, como os equipamentos da ação social. Essa formação já foi realizada para os servidores da Sesau e, agora, acontece para os da Sedes, para que eles tenham instrumentos eficazes para melhor acolher essa população", falou.
Telma Freitas, técnica da Diretoria da Gestão do Sistema Único de Assistência Social (Gsuas), falou sobre a finalidade da formação. "O objetivo dessa atividade é qualificar o atendimento aos usuários que possuem TEA. Por isso, buscamos parceria com a equipe de profissionais da Sesau, que trabalham nessa área, para que pudéssemos trocar experiências e informações e, de fato, aprimorar o atendimento", disse.
Para a coordenadora da Proteção Social Básica da Sedes, a assistente social Lílian Moura, a capacitação é muito válida e necessária. "Nossa equipe de fato precisa estar aprimorada e apropriada desse conteúdo específico ministrado nesta capacitação. Existe uma demanda crescente em relação aos diagnósticos, e o que a gente quer é que nosso corpo técnico tenha condição e o respaldo para acolher e atender os assistidos com o TEA, e dar os devidos encaminhamentos", concluiu.
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