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Salvador
O caso de assédio foi registrado durante Carnaval.
Por Pesquisa Web
As comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Direitos Humanos e de Defesa da Democracia, da Câmara Municipal de Salvador (CMS), repudiaram o caso de assédio cometido por integrantes do bloco ‘As Muquiranas’, durante o Carnaval de Salvador, contra uma mulher.
Em um vídeo que circula pelas redes sociais, é possível ver quando a vítima é empurrada diversas vezes e atingida por esguichos de água por vários homens que a cercam. Provavelmente, o assunto vai ser debatido pelas comissões da Casa nos próximos dias.
Para a vereadora Ireuda Silva (Republicanos), presidente do colegiado de Defesa dos Direitos da Mulher, o episódio expõe a face mais abjeta do machismo que impregna as estruturas da sociedade.
Se a Guarda Municipal não tivesse intervindo a tempo, as consequências físicas e psicológicas para aquela mulher teriam sido muito maiores. As imagens me causaram uma profunda revolta. Já não basta o assédio e a importunação que se disseminam pelos circuitos do Carnaval? Estamos aqui para o que ela precisar”, diz a republicana.
Ireuda diz ainda que “o bloco As Muquiranas é uma piada mórbida e de mau gosto, que, calcado no machismo, promove uma agressão simbólica à mulher”.
Só quem nasceu mulher sabe o quanto é difícil estar na nossa pele. Nossas dores, vivências e as agressões que sofremos nunca serão engraçadas. Portanto, nunca daremos permissão aos nossos algozes para tripudiar”, diz.
Já a presidente da Comissão de Direitos Humanos e de Defesa da Democracia, a vereadora Marta Rodrigues (PT) disse que "é inadmissível que a gente tenha que assistir a repetição destas cenas grotescas e absurdas em todo Carnaval".
Além disso, a vereadora afirmou que é preciso que medidas rígidas sejam tomadas para que casos como os que vem sendo relatados não voltem a acontecer no próximo carnaval.
O Bloco precisa tomar uma postura em relação a isso, orientar seus associados, fiscalizar, ou então tem que acabar. Não queremos mais apenas pedidos de desculpas. Queremos providências ", declarou a petista.
Ela pontuou:
Se não há uma punição para isto, se não há retirada de associados, fiscalização, punição, há então conivência com o machismo, com a lgbtfobia, com a misoginia, com o assédio, com a agressão. Isso não dá mais pra continuar". Fonte: BNews*
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