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Setembro Amarelo: SEI aponta que taxa de suicídio teve aumento de 6,2% em 2023 na Bahia
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Procurar ajuda é sinal de força, não de fraqueza. Ligue 188.
Por: Camaçari Notícias
Foto: Istockphoto
A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) divulga a atualização do painel de dados sobre suicídios no estado. Esta iniciativa, realizada anualmente, visa apoiar o Setembro Amarelo, uma campanha nacional de conscientização e prevenção do suicídio, ao fornecer informações sobre essa séria questão de saúde pública. É importante ressaltar que a melhor maneira de combater o suicídio é por meio da informação, acolhimento e empatia. Cada vida é valiosa, e buscar ajuda é fundamental.
Os dados do painel sobre suicídios na Bahia são extraídos dos microdados da base de registros da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e são sistematizados e analisados pela Diretoria de Indicadores e Estatística da SEI.
Os resultados principais mostram que, em 2023, foram registrados 902 casos de suicídio na Bahia, o que representa um aumento de 6,2% em relação ao ano anterior (2022). A taxa de suicídio aumentou de 5,7 para 6,0 por 100 mil habitantes, indicando que seis baianos a cada 100 mil foram vítimas de suicídio em 2023. Ao longo dos últimos 23 anos, observa-se uma tendência crescente nos casos de suicídio no estado, com um aumento notável a partir de 2019.
Primeiramente, os homens apresentam um risco maior de vitimização, com 83,3% das vítimas em 2023 sendo homens, enquanto as mulheres corresponderam a 16,7%. Quanto à faixa etária, a maioria das vítimas era composta por adultos de 30 a 59 anos (54,3%), seguidos por jovens (25,6%), idosos (19,2%) e crianças (0,9%). Outro padrão identificado é a predominância de vítimas solteiras, que totalizam 66,6%, em comparação com 20,7% de casados.
Além disso, o estudo indica que um em cada três suicídios, ou seja, um terço das vítimas, era trabalhador agrícola. Essa característica não é exclusiva da Bahia, pois estudos internacionais apontam um alto índice de suicídios em regiões agrícolas produtivas, como nos Estados Unidos, na África do Sul e na China.
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