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Justiça decreta prisão preventiva de acusados de desviar doações no golpe do PIX durante telejornal
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Julgamento foi marcado para 18 de fevereiro.
Por: Camaçari Notícias
A Justiça da Bahia determinou, nessa quarta-feira (18), a prisão de duas pessoas suspeitas de envolvimento no caso relacionado a doações via Pix. A audiência de instrução e julgamento dos 12 réus foi agendada para fevereiro do próximo ano.
Carlos Eduardo do Sacramento Marques Santiago de Jesus e Thais Pacheco da Costa tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz Cidval Santos Sousa Filho, da Vara dos Feitos Relativos a Delitos de Organização Criminosa de Salvador. O magistrado considerou que, por terem deixado o município, a medida é necessária para assegurar a ordem pública.
Os dois, juntamente com outros dez réus, são acusados de associação criminosa, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. A defesa de um dos réus alegou a existência de falhas na denúncia, pedindo a absolvição. No entanto, o juiz rejeitou o pedido, destacando que "não há suporte nas provas e elementos já presentes nos autos". Ele afirmou ainda que, apesar da contestação sobre a tipificação dos crimes, há evidências robustas que indicam a ligação dos réus com os delitos, tornando impossível a rejeição da denúncia ou a absolvição sumária neste momento.
O julgamento foi agendado para o dia 18 de fevereiro, às 9h, na sede da Vara. Além de Carlos Eduardo e Thais, são réus no caso Alessandra Silva Oliveira de Jesus, Daniele Cristina da Silva Monteiro, Débora Cristina da Silva Monteiro, Eneida Sena Couto, Gerson Santos Santana Junior, Jakson da Silva de Jesus, Jamerson Birindiba Oliveira, Lucas Costas Santos e Marcelo Castro. Todos negam a prática dos crimes.
A denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA) aponta que o grupo desviou doações feitas por Pix por telespectadores da TV Record, apropriando-se de R$ 407.143,78 durante 12 campanhas da emissora voltadas a ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade.
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